18.11.07

você que quer de qualquer forma cortar as minhas asas,
você que faz sua da sua insegurança, texto principal pra sua peça de fracasso,
você que usa dos meios mais sórdidos pra alcançar seu único e pequeno objetivo,
você que diz aos quatro cantos do mundo que eu não chego aos seus pés,
você que diz que ama, mas se confunde no seu egoísmo eterno,

(chuchu, o mundo não gira ao redor do teu umbigo não!)
você que inveja a felicidade alheia porque é incapaz de construir a sua,
você que faz da poesia um concurso desnecessário de melhores versos e ainda me acusa falsa poeta,
isso, você que me acusa por ter provas mais do que concretas que o erro – se é que eu posso usar essa palavra- foi seu, exclusivamente seu,
você que tenta pisar na barra do meu vestido quando eu saio por aí de mãos dadas com ele;
você que não merece a minha atenção, meu respeito,
você que é impressionantemente fraca e absolutamente infeliz,
você que não me conhece e mesmo assim me julga da cabeça aos pés

vá a um terapeuta. Aliás, interne-se, você é doida!

E eu? Eu sou feliz.

4 comentários:

Thiago Eury disse...

auiaiuah
adorei o teu texto.
tenho um parecido, mas o seu eh melhor!
=*

léo disse...

pulo direto p parte do ser feliz.
heuheuheuhe

:**;

Ni disse...

Faz a barra do teu vestido rodar e enche a vida com todas as cores desse rodopio.
O resto? O resto que vá pintar o próprio céu e te deixe em paz com a tua poesia de viver clareando.
Hmpf!

Gabriele Fidalgo disse...

Clara, juro que consigo ouvir daqui
os suspiros e sorrisos!! =D


Beijos, querida.